15-01-2025 - JP
Uma fonte diplomática observou mais tarde que o Hamas estava alegando falsamente que Israel havia adicionado condições para evitar a implementação do acordo.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu solicitou que soldados fossem adicionados à lista de 33 reféns a serem libertados na primeira etapa de um acordo de reféns, disse uma fonte palestina ao jornal catariano Al-Araby Al-Jadeed, sediado em Londres, na quarta-feira.
Segundo o relatório, a fonte qualificou essa tentativa como uma tentativa de "manipular o acordo e obstruí-lo".
A fonte afirmou ainda que o anúncio de que o acordo de reféns havia sido alcançado estava sendo adiado até que um acordo pudesse ser obtido sobre os mecanismos para implementá-lo.
"Nas últimas horas, a mídia árabe noticiou que o Hamas alega que Israel está levantando novas demandas e se recusando a manter acordos que já foram firmados", disse uma fonte diplomática em relação aos relatórios.
A fonte acrescentou que o Hamas estava alegando falsamente que Israel havia adicionado novas condições às negociações para evitar a implementação do acordo.
Desacordo sobre a redação final
Na terça-feira, uma fonte familiarizada com o assunto disse ao The Jerusalem Post que, embora o acordo estivesse em seus estágios finais, o anúncio foi adiado no início do dia devido a divergências sobre a redação final.
Um dos principais pontos que impedem a aprovação do Hamas diz respeito aos mapas que descrevem a retirada das IDF da Faixa de Gaza no âmbito de um acordo.