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NÃO HÁ LUGAR MELHOR QUE O NOSSO LAR

08-07-2020 - Anussim Brasil

Fato é, que o Povo Sagrado sempre foi maltratado, a cada vez que foi posto ou que se pôs para fora da Terra Santa. Desde a escravidão no Egito, passando destruição do primeiro templo com escravidão na Babilônia, e ainda depois disso, na destruição do segundo templo pelos Romanos, todos que estão fora da Terra Santa, sofreram e sofrem perseguições atrozes.

Tivemos nos estúdios da MAZAL, uma entrevista fantástica com o presidente do Likud Brasil, e diversas autoridades do Anussim Brasil e da comunidade Judaica organizada, na semana passada. Direi mesmo que foi uma entrevista histórica, em relação ao movimento B´Nei Anussim, bem como a tantos outros assuntos da mais alta importância para os Judeus no Brasil. Transpareceu a importância da união, entre todos os Judeus no Brasil, sejam os já organizados ou os emergentes. O antissemitismo se espalha mundo afora, e também no Brasil, mostram as suas caras, descompromissadas do conhecimento da história, seja pela falta de dedicação aos estudos ou interesse por buscar a verdade. Impressionam-me os “motivos” e as “razões” por eles empregados para defenderem, as suas ideias indefensáveis e facilmente postas por terra, por alguém que as tenha minimamente analisado, sob a lupa de algum estudo, por pouco que seja. Defendem-se com argumentos que se mostram pueris, sem exceção, sempre. E se apresentam tão cheios de razão, quanto um balão de festa de aniversário.

Fato é, que o Povo Sagrado sempre foi maltratado, a cada vez que foi posto ou que se pôs para fora da Terra Santa. Desde a escravidão no Egito, passando destruição do primeiro templo com escravidão na Babilônia, e ainda depois disso, na destruição do segundo templo pelos Romanos, todos que estão fora da Terra Santa, sofreram e sofrem perseguições atrozes. E isso é uma constante. Mas isso já ocorre HÁ MAIS DE 3.000 ANOS. Será se esses 3.000 anos de experiência, já não são suficientes para mostrar que, terras estranhas não acolhem o Povo do Livro? Será, se o afogamento dos meninos no Nilo ou se os tempos de escravização e de perda de dignidade, ou mesmo será se as fogueiras das inquisições, e também se os pogroms, e mesmo ainda se os registros como cristãos novos nos livros batismais católicos, segregando-nos do restante da sociedade, até depois de sermos declarados “cristãos”, já não deram provas suficientes de que não somos e JAMAIS seremos devidamente aceitos e respeitados em terras estrangeiras? Será se já não é aviso suficiente do que ocorreu, mesmo antes do advento do cristianismo e que é o mesmo que acontece hoje? Fato é que, sabendo de tudo isso, temos provas, que se avolumam aos metros, para nos despertar ao fato de que se não agirmos, o que se sucedeu e se sucede, se sucederá sempre.

Há um ditado popular que, com toda a sabedoria e grande inteligência diz: “Quem dorme de favor, não estica as pernas”. Isso é a mais pura realidade. Quem precisa estar na casa de outra família, precisa se adaptar ao que lhe for oferecido, sem reclamar. E se a estadia começar a durar muito tempo, quem recebe o favor, acabará por se tornar serviçal da família que o recebeu, pagando cada vez mais caro pelo favor, recebendo cada vez menos pelo serviço que presta. Isso não te faz lembrar o que se sucedeu no Egito? É cada vez maior a importância para nós, o estudo da Torá, dos escritos pelos profetas da nação de Israel, dos Salmos, e ainda todos os estudos dos comentários dos nossos sábios, como o como o Pirkê Avot, do Kitsur Shulchan Aruch e outros. É cada vez maior a importância da conscientização e da expansão do conhecimento individual, para que possamos nos assenhorar do que nos pertence.

A pergunta que fica é: Eu quero viver na minha casa ou em casa alheia? Muitas pessoas se sentem muito confortáveis vivendo em casa alheia, inclusive muitos Judeus entre elas. Não as censuro. Fato é que, enquanto tenham condição de se impor perante a sociedade local, serão “suportáveis” ou mesmo “aceitáveis”. Jamais acolhidas no verdadeiro sentido da palavra. O lugar onde seremos acolhidos um dia se chama Estado de Israel, localizado exatamente em Êrets Yisrael. É a terra que o povo sagrado recebeu em herança vinda de Abraham, Ytzak e Jacob. Recebemos do Eterno, Bendito seja o Seu Santo Nome, se a Sua voz obedecermos. É ali a terra a qual hoje, o nosso povo fortalece, tanto no saber quanto em outras formas de poder. Como dizemos diariamente na oração do Shemá, duas vezes por dia, com todo fervor. ?E AMARÁS O TEU DEUS, DE TODO O TEU CORAÇÃO, DE TODA A TUA ALMA E DE TODO O TEU PODER...” E é assim que o Povo Judeu constrói Êrets Yisrael. O nosso lar, hoje é a nossa Sinagoga e no futuro será ali. Temos de nos fortalecer. Um povo com força e poder, tem condição de se fazer respeitar. E só assim, poderemos repetir as palavras de Dorothy no clássico O Mágico de Oz: “NÃO HÁ LUGAR MELHOR QUE O NOSSO LAR.” Vamos fortalecer a nossa Sinagoga, que é o nosso lar. O leão é respeitado por ser forte.

Baruch Hashem! Vamos em frente! Vamos pra cima! O destino de cada membro do Povo do Livro é o sucesso.

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