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ESTUPRO DE VULNERÁVEL

19-08-2020 - Anussim Brasil

Deuteronômio (Devarim) 22:25-27 - Mas se for no campo que o homem achar a moça que é desposada, e o homem a forçar, e se deitar com ela, morrerá somente o homem que se deitou com ela; Porém, a moça não farás nada. Não há na moça pecado digno de morte; porque, como no caso de um homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida, assim é este caso.

Vivemos em um mundo repleto de violência. Falta de respeito com idosos, com pessoas especiais, com pessoas estrangeiras e principalmente com mulheres. Na maioria dos casos, quando a vítima passa por um estupro, fica marcada física e psicologicamente para o resto de sua vida. Esta semana mesmo, vimos um caso ocorrido no Estado do Espírito Santo, cuja vítima possui 10 (dez) anos e engravidou. O violador era o seu tio, que a molestava desde os 06 (seis) anos de idade. A família ao saber do ocorrido entrou na Justiça e solicitou o direito de aborto pelas Diretrizes da Constituição Brasileira. Não vamos entrar no mérito do aborto em si, mas na questão da violação sexual de pessoas indefesas. Pelas leis da Torah, a moça que sofreu tal abuso, não é obrigada a casar com seu estuprador. Mas em nossos dias e na nossa cultura, isso seria inaceitável. Jamais a mulher que teve sua intimidade violada, quererá manter um vínculo matrimonial, com uma pessoa doente mental como este indivíduo. Entretanto, também não temos em nosso País, pena de morte para crimes hediondos. Mas dizem, que os próprios condenados e presos,  não aceitam tal procedimento. Nem mesmo os maiores assassinos admitem que um homem faça isso com uma mulher. Os estupradores em potencial geralmente são:
-  Padrasto ou madrasta, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador ou empregador da vítima, ou por qualquer outro título tem autoridade sobre ela.
- Muitas vítimas têm uma gravidez indesejada e que pela Lei Brasileira, poderá fazer aborto se assim desejar. (Sobre aborto dissertaremos em outro artigo).
- O estuprador poderá eventualmente infectar a vitima com uma doença sexualmente transmissível. Inclusive com má intenção, por saber que era portador.
- Vingança: o estuprador vive perseguindo a vítima e é rejeitado todas as vezes. Se sentindo humilhado, resolve armar uma emboscada para a menina em questão e tenta levar vantagens sexuais.
- Patrão e empregada doméstica: Sob a opressão de que será demitida, caso não atenda aos apelos sexuais do molestador.
-  Líderes religiosos: padres, bispos, pastores etc – geralmente respeitados pela comunidade da qual é líder. Porém há casos de pedofilia e muitos comuns nas mídis.
Nem sempre a vítima tem coragem de contar para seus professores por exemplo, o que ocorre em suas vidas. Mas nota-se, se o educador for perspicaz , a diferença de comportamento do aluno, que foi abusado. De acordo com a Legislação Brasileira, estupro de vulnerável é a prática de atos com conotação sexual ou conjunção carnal, em que a vítima seja menor de 14 anos. Em linhas gerais, entende-se como vulnerável qualquer pessoa em condição de fragilidade, independente de idade. A pena para uma pessoa que comete tal crime (estupro de vulnerável) varia entre 08 e 15 anos de prisão. Como os pais deverão proceder ou mesmo as mulheres Anussim?  É um desafio filtrar Internet, Smatphones, Televisão e etc. Geralmente a culpa por atos libidinosos recai sobre a mulher, porque usam roupas pouco recatadas, vão a determinados locais, que outrora não iriam e uma série de outros pontos podem ser destacados aqui. Mas quero crer, que ainda há jovens mulheres, que não são lascivas e que não têm por objetivo tornarem-se vulgares.  Portanto pais devemos rezar por nossos filhos, sobrinhos, netos e demais familiares, que estão fora do caminho de Hashem. Manter uma conversa amistosa com eles, para que confiem nas pessoas que os rodeiam e que possam abrir-se e saber que estão protegidas. Tentar na medida do possível, traze-las para os caminhos designados por D_us dentro da Torah e novamente: rezar muito a Hashem para a instrução apropriada para nossas crianças nos padrões de dignidade e fidelidade ao Eterno.

 

Raquel Pereira Bittencourt

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