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Rapaz judeu quase morto à pancadas na entrada da sinagoga de Hamburgo

07-10-2020 - MENORAH

Segundo as notícias europeias, os policiais que prenderam o terrorista afirmaram que ele não dizia coisa com coisa: os espíritos me mandaram fazer isso, teria afirmado.

Tal agressão antissemita não poderia acontecer neste momento na Alemanha ou em qualquer outro lugar da Europa. Teoricamente todas as sinagogas foram alertadas e precisariam implementar ações incisivas de segurança não só devido ao julgamento do nazista do ataque anterior, mas também devido a conjuntura europeia e Israelense.

Obviamente a sinagoga da rua Hohe Weide (Pasto Alto) em Hamburgo se descuidou a o efeito foi devastador. Pelo que se pode apurar até mesmo o quarteirão desta sinagoga ortodoxa inaugurada em 1960, marcando o retorno dos judeus à cidade, teve um esquema correto de segurança para Rosh Hashaná e Iom Kipur, com policiamento e fechamento do trânsito no seu quarteirão. Em Sucot não houve.

Pelo que também se pode apurar por comentários em sites de viagens a sinagoga, há um ano tinha sistema de segurança com a necessidade de estrangeiros entrarem em contato com antecedência, enviarem imagem do passaporte e outras coisas normais na Europa. Enquanto se preocupavam em identificar positivamente turistas judeus, deixaram de lado os cidadãos alemães.

Nas fotos da Sinagoga da rua Hohe Weide, percebe-se que ela não possui qualquer tipo de entrada segura, que permita a atuação correta de homens de segurança contratada, policiais ou voluntários. Tem um esquema de cerquinha baixa, muito comum no mundo em 1960, inclusive no Brasil, mas totalmente anacrônico e fora das determinações mundiais de segurança a partir dos anos 1990. Ou seja, em termos de segurança passiva, Hohe Weide está atrasada 30 anos.

O ataque foi típico da ausência total de seguranças, como alertado às sinagogas ao longo de décadas. Não foi preciso treinamento, pertinência a grupo terrorista, obtenção de arma de fogo militar ou planejamento minucioso.

Um homem, de 29 anos, com cidadania alemã e imigrante do Kazakistão, onde 70\% da população é muçulmana sunita e 19\% é cristã ortodoxa, vestido com um uniforme militar camuflado, se aproximou, numa ruma quase deserta e muito calma, com uma pequena pá militar (tipo pá de camping) até chegar próximo a um rapaz de 26 anos, usando kipá, que chegava para uma das refeições de sucot e a agrediu repetidamente com golpes na cabeça. O primeiro golpe atingiu o rosto.

Outras pessoas que chegavam foram capazes de controlar o antissemita e os policiais que segundo a mídia alemã estavam lá para proteger a sinagoga, o prenderam. A rapaz permanece internado (até o momento da publicação desta notícia).

Mas essa informação da imprensa alemã, sequer faz sentido. Houvesse policiais protegendo a sinagoga, pelo menos um estaria na entrada. Qualquer policial, preparado para ações contra terroristas, ou qualquer agente de segurança contratada ou voluntária, imediatamente iria em direção a um sujeito com uniforme militar camuflado e algum volume observando a sinagoga ou se deslocando em direção a ela. Houvesse segurança, o rapaz jamais teria sido cruelmente e covardemente espancado.

Este ataque, não de lobo-solitário, mas de anta-solitária, de muçulmanos radicais sunitas especificamente racistas contra os judeus é o tipo de ataque mais fácil de ser impedido. Mas não foi. Adicionalmente, este matador de judeus, tinha um “papelzinho com uma suástica feita com caneta” no bolso da calça e toda a mídia, menos a Menorah, grita: “nazista!”. Como é simples enganar as lideranças judaicas. O papelzinho, é mais determinante do caráter do antissemita que sua origem étnica religiosa.

Segundo as notícias europeias, os policiais que prenderam o terrorista afirmaram que ele não dizia coisa com coisa: os espíritos me mandaram fazer isso, teria afirmado o safado. Qualquer muçulmano europeu e qualquer judeu que presta atenção nos casos de terrorismo já sabe que alegar que Allah mandou matar judeus é a chave para não ser condenado, pois as “justiças” europeias, tem tido o comportamento de determinar que quem afirma que Deus manda matar alguém é maluco e não pode ser levado a julgamento.

Será que esqueceram que o Estado Islâmico ainda existe, ainda recruta pelas mídias sociais e ainda age aproveitando a desorganização mundial pela pandemia? O atual califa foi muito claro no discurso de posse dele quando afirmou que o novo objetivo seriam os judeus. Mas os judeus não acreditam nele!

 

 

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