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EDUCAÇÃO NO BRASIL ATUALMENTE

01-01-2020 - Anussim Brasil

"Nada animador. O País possui 15 milhões de analfabetos, com vários analfabetos funcionais (pessoas que demonstram não ter capacidade, nem mesmo de entender um texto simples)".

Falar de como estamos no ranking mundial na educação no Brasil, torna-se um desafio decepcionante, para não dizer, problema crônico brasileiro. Conforme o site Universia , a avaliação é feita por exame chamado PISA, que abrange três áreas do conhecimento. Segundo cálculo informado por esta instituição, O Brasil em 2015 estava posicionado nas seguintes posições:

Leitura: 61ª posição.
Ciências: 65ª posição.
Matemática: 67ª posição.
Ranking geral: 68ª posição, com uma média de 377 pontos.

Nada animador. O País possui 15 milhões de analfabetos, com vários analfabetos funcionais (pessoas que demonstram não ter capacidade, nem mesmo de entender um texto simples). Vários jovens e crianças que não frequentam escolas e também a falta de vagas em creches. Além de problemas sérios de alfabetização dentro da faixa etária correspondente. A maior parte encerra seus estudos no ensino médio, sendo que, há uma evasão muito grande também neste período. Mas por que isso acontece em um País tão rico? Pois é... um paradoxo que existe. Educação, Segurança e Saúde por décadas não foram prioridades dos governantes. Escolas com problemas em todos os níveis sejam nas áreas de infraestrutura, merenda, bibliotecas ou mesmo aparelhagem para informática básica. Professores desanimados com salários baixos, sem acesso  a formação continuada de qualidade dentro de sua área de atuação. Baixa valorização da profissão, sem planos de carreira atrativos. Os alunos por sua vez, estão cada vez mais desinteressados, pois a escola pública não oferece a mesma qualidade do ensino particular. As escolas em geral, tornaram-se ambiente de hostilidade, de violência e de insegurança. Há uma marginalidade infiltrada fora de seus muros e às vezes dentro deles, que impulsionam muitos jovens e crianças, ao mal  caminho, do que realmente é importante: o desenvolvimento cognitivo.  Ou seja, o governo não valoriza os dois lados envolvidos: professores e alunos. É prioritário que haja uma mudança de atitude nestas áreas, ofertando dentro das escolas estaduais, apoio financeiro federal, criando diferentes maneiras de ensinar, através de novas tecnologias, níveis profissionalizantes e técnicos. Equilibrando as desigualdades sociais, garantindo o direito aos jovens e crianças, uma educação de qualidade. Com isso o futuro do nosso País estará garantido (teoricamente).

Raquel Pereira Bittencourt

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